quarta-feira, 30 de maio de 2012

LISBOA SURGE EM 58º LUGAR ENTRE AS MELHORES CIDADES PARA RECURSOS HUMANOS



No total foram avaliadas 131 cidades de todo o mundo.
Realizado pela consultora de recursos humanos Aon Hewitt em cento e trinta e uma cidades.
Por curiosidade, em primeiro lugar surge Nova Iorque, seguida de Toronto, Singapura, Montreal, Londres, Madrid, Barcelona e Berlim.
Lisboa encontra-se, no entanto, à frente do Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires, Johanesburgo, Roma, Atenas, Budapeste…
Também estão considerados os baixos índices de violência, a estabilidade política, boas infraestruturas ao nível de parques empresariais e um sistema educativo capaz de acompanhar a procura de quadros técnicos qualificados.
Entre os fatores de risco que se apresentam às empresas que queiram instalar-se em Lisboa estão o envelhecimento da população e a redução do número de pessoas em idade ativa….


Observações:
Registem-se no site: https://aonpeoplerisk.com/2012-Update

quarta-feira, 16 de maio de 2012

EUPARTILHO - PLATAFORMA AJUDA 120 MIL IDOSOS


Um grupo de cidadãos criou a Plataforma Social EUPARTILHO, que visa apoiar 120 mil idosos e criar mais de dois mil postos de trabalho, através de um donativo dos portugueses. Não acha muito importante esta iniciativa?
Saiba mais em http://www.eupartilho.org/ 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A 7ª edição da SRS, está a decorrer entre os dias 7 e 11 de maio de 2012 e tem como tema central a "Mudança e Inovação Para Novos Estilos de Vida".



Assisti, no dia 8 de Maio, a 2 sessões e meia... (A qualidade de omnipresença não é ainda o meu forte. Mas estou a trabalhar para isso.)
O painel das 9H30 falava sobre "Economia Social e Solidária - do you speak ngoish?". Teve a presença de Mário Parra da Silva - Presidente da Direção da APEE entre outros.
Debateram-se as ideias que já vão sendo comuns e repetidas sobre a necessidade de ligar o mundo empresarial ao "terceiro sector" (sector da RS), no sentido de dar a conhecer as parcerias construtivas existentes, tentando burilar constrangimentos que parece não terem fim, minimizando a distância entre as áreas de actuação de ambas as partes.
Mesmo que, aparentemente, estes e outros encontros nestas áreas pareçam repetitivos e pouco contribuírem para a coesão perfeita de uma RS que se pretende eficaz e eficiente, são sempre de louvar e muito positivos, pois algo de novo sempre surge (novas experiências, novos 'carolas', novas ideias e ideais) e o mundo pula e avança assim: com pequenas contribuições daqui e dali...
De seguida assisti à apresentação de casos práticos/casos de estudo, sobre responsabilidade social,  apresentados por docente de universidades (abaixo enumeradas).

Amorim Figueiredo - Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Águeda
Docentes:
José Ramalho - IEFP
Ana Patrícia Duarte - Docente, ISCTE
Joaquim Contreiras - Docente, Universidade do Algarve
António Casimiro Ferreira - Coordenador do Núcleo de Sociologia da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
Fernando Miguel Seabra, ISCAL
Susana Leal - Docente, Instituto Politécnico de Santarém


Anabela Vaz Ribeiro - Vice-presidente da APEE
Carla Lopes - Diretora da Qualidade, Ambiente e Segurança, Solzaima.
Celina Gil - Direção de Participadas e Inovação Financeira, IAPMEI
Conceição Lucas - Membro da Comissão Executiva, Millennium BCP
Conceição Zagalo - Presidente da GRACE
Dulce Felício - Diretora da Qualidade, Ambiente e Responsabilidade Social e Provedora do Cliente, Servilusa
Eunice Rocha - Presidente, Associação Ibisco
Fátima Duarte - Presidente da CIG
Feliciano Barreiras Duarde - Secretário de Estado Adjunto do Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares
Francisco Parada - Responsável do Departamento de Ambiente, REN
Guilherme Costa - Diretor-geral, Ritz Four Seasons Hotel Lisboa
Isabel Fernandes - Gabinete de Atendimento à Família
João Pontes - Diretor de Operações, Pepsico Iberia Foods
José Figueira - Diretor do Gabinete de Desenvolvimento Organizacional, EPAL
José Maria Costa - Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo
José Verdasca - Responsável pela Qualidade e Provedor do Cliente, Cetelem
Lídia Sequeira - Presidente do Conselho de Administração do Porto de Sines
Luís Marques - Presidente do Conselho de Administração, Gebalis
Luís Paulo - Diretor de Qualidade e Sustentabilidade, CTT
Luís Saldanha - Presidente do CNJ
Manuel de Sousa Aroso - Aroso & Associados
Maria Filomena Espiridião Santos - Direção do Microcrédito, Millenium BCP
Miguel Barros - Encenador Teatro Ibisco, Associação TIBISCO
Paulo Portas  - Ministro de Estado / Ministro dos Negócios Estrangeiros
Pedro Ramos  - Diretor de Gestão de Pessoas e Capital Humano, Carris
Ricardo Ferro - Business Development Director, Bureau Veritas
Sandra Ribeiro  - Presidente CITE
Sérgio Filipe  - Cluster Compliance Officer, Siemens
Sónia Paixão  - Vereadora, Câmara Municipal de Loures
Teresa Morais  - Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade
Vera Pinto - Consultora e Formadora, Pedra Base
Xoán Vázquez Mao - Secretário-geral, Eixo Atlântico
Num contexto de rápida mudança muitos são os desafios que se colocam às empresas e organizações em geral. O ajuste da sociedade a um novo contexto implicará a adoção de novos estilos de vida das pessoas, que poderão criar oportunidades para servir melhor, criar emprego, gerar negócios, entrar em novos mercados, mas que, se ignorados, poderão ser uma forte ameaça.





http://srs.apee.pt/2012/

domingo, 6 de maio de 2012

DIA DA MÃE, CLARO!

Muita força para todas as Mães, Avós, Tias, Netas, Sobrinhas, enfim, aproveita-se e deseja-se FORÇA para todas as mulheres. E porque não?

sábado, 5 de maio de 2012

SERÁ MESMO ASSIM?

 A jogada Pingo Doce O Pingo Doce deve ter arrecadado à volta de 90 milhões de euros em poucas horas em capitalização de produtos armazenados.
 De onde saiu o dinheiro: algum do bolso, mas grande parte saiu das contas bancárias por intermédio de cartões. Logo, os bancos vão acusar a saída de tanto dinheiro em tão pouco espaço de tempo, no principio do mês, em que os bancos contam com esse dinheiro nas contas, para se organizarem com ele. Mas, ainda ganham algum porque alguns compraram a crédito.
 Ora, se o Pingo Doce pedisse esse dinheiro à Banca iria pagar, digamos a 5%, em 5 anos, 25% da quantia. Assim não paga nada. O povo deu-lhe boa parte do seu ordenado a troco de géneros. Alguns vão ver-se à rasca porque com arroz não se paga a eletricidade.
 O resto, 75% da quantia aparentemente "oferecida", distribuiu-se assim:
 1 - Uma parte dos produtos (talvez 20 a 25%) devem estar a chegar ao fim do prazo de validade. Teriam de ser amortizados como perdas e lançados ao lixo. Enquanto não fosse lixo seria material que entraria como existência, logo considerado como ganho e sujeito a impostos.
Assim poupam-se impostos, despesas de armazenamento (logística, energia, pessoal) e o povinho acartou o lixo futuro.
 2 - Outra parte (10 -15%) seria vendida com os habituais descontos de ocasião e as promoções diárias. Uma parte foi ainda vendida com lucro, apesar do "desconto".
 3 -  O Pingo Doce prescinde ainda de 30 a 40 % do que seria lucro por motivos de estratégia empresarial a saber:
 1 - Descartar-se da concorrência das pequenas empresas. Quem comprou para dois meses, não vai às compras nesse mesmo tempo.
 2 - Aumentar a clientela que agora simpatiza com a cadeia "benfeitora".
 3 - Criar uma situação de monopólio ao fazer pressão sobre os preços dos produtores (que estão à rasca e muitos são espanhóis) para repor os novos stocks em grande quantidade.
 4 - Transpor já  para euros parte do capital parado em armazém e levá-lo do país uma vez que a Sede da Empresa está na Holanda. Não vá o diabo tecê-las e isto voltar ao escudo nos próximos tempos o que levou já J. Martins a passar a empresa para a Holanda.
 5 - Diminuir com isto o investimento em Portugal, encurtar a oferta de produtos, desfazer-se de algum armazém central e com isso despedir alguns funcionários. O consumo vai diminuir no futuro e o Estado quer "imposto de higiene" pago ao metro quadrado.
 6 - Poupança em todo o sistema administrativo e em publicidade. A comunicação social trabalhou para eles.
 Mesmo que tudo fosse ilegal, a multa máxima para Dumping é de 15 a 30.000 Euros, para o resto não há medidas jurídicas. Verdadeiramente isto são "Peanuts" em sacos de Pingo Doce, empresa do homem mais rico de Portugal. A ASAE irá só apresentar serviço.
 E o governo o que faz? Até agora calou-se. Se calhar sabia da manobra.
(Autor Desconhecido)